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Thursday, January 22, 2004

E o Mundo acabou:
Eu olhava o céu alaranjado - eu pensava que o sol havia caído do nosso céu - havia montes e montes de escombros que não os observei , não me interessava . O maior impacto de tudo isso não era o que via mas o que eu não ouvia - vazio, silêncio absoluto, ausência total de movimento. Não sei se tb estava viva.

Este é bem antigo:
Estava com meu pai em uma galeria de lojas e entramos em uma para eu comprar uma bolsa. Eu escolhia uma de palha e a vendedora da loja me mostrou uma e dizia - Essa é perfeita para vc!- Era uma daquelas que se pode usar do lado avesso tb, por fora era de palha e por dentro de couro com umas inscrições "la fontaine" nela inteira. Levei embora e quando saí da loja uma enchente de crianças (elas vinham por todos os lados, corredores, subiam e desciam as escadas) e estavam ocupando toda a galeria. Eu dizia para me pai que fossemos embora logo antes que o lugar ficasse lotado.

Palha novamente:
Eu estava num campo que eu não sei se era de trigo ou milho, sentada no chão com um senhorzinho bem caipira e nós fazíamos juntos um bonequinho de palha do tamanho de mais ou menos um palmo. Terminamos e agora só faltava colocar o chapéu que estava na minha mão mas ele não me deixava por pois falava que a cola que eu tinha não servia e ele tinha uma melhor, ficou teimando um tempo ( e como era teimoso e eu tb) saiu para buscar a tal cola e nisso eu colei o chapéu no boneco. No momento em que coloquei o chapéu o boneco criou vida, ficou gigante e ficou pairando sobre o campo de palha . Então eu entendi que era uma divindade.

Wednesday, January 21, 2004

A mesma pessoa anda em meus sonhos o que eu acredito me anunciar algo.
Acabava de chegar de uma viagem e estava na rodoviária quando percebia que tinha retirado mue tênis e o havia perdido. Logo a minha frente aparecia um armário de vestiário onde eu colocava o que havia na minha mochila quando uma garota (?) se aproximou e me pediu um sabonete emprestado. Eu dei a ela um vidro de sabonete líquido e ela conversava comogo distraídamente enquanto o vidro de sabonete que estava na mão dela estava sendo todo derramado no chão. Eu apenas assistia e não lhe dizia nada.

Tuesday, January 20, 2004

uns dias atrás sonhei que estava no Afeganistão. havia uma psicina retângular e dentro dela um sheik (sem camisa) com os braços apoiados na borda. eu sabia que ele era o Mulá Omar. havia outras pessoas na piscina com ele, eu acho que estava fora. eu falava com ele tentando convencê-lo de algo e ele cedia me dava razão. depois eu falava de outro ponto, convencendo-o de algo contrário ao que ele acreditava e ele ia concordando comigo e cedendo.

Monday, January 19, 2004

O livro:
Eu estva em uma floresta apenas observando um casal que estava em carruagem discutindo. Eles estavam vestidos com roupas antigas, ele estava em pé e ela sentada na carruagem. Discutiam muito sobre um assunto muito formal, faziam citações de livros e autores famosos quando ele retirou do bolso do casaco um livro com capa de couro muito surrado de tanto ser usado e disse à ela: Você não sabe nada porque nunca leu este livro! Ele abriu o livro ele estava em branco. Me afastei deles e continuei a andar na floresta quando vi um cômodo (uma construção de só 4 paredes uma janela e uma porta) entrei e não havia nada e novamente só a janela aberta e uma bicicleta empoeirada encostada numa das paredes.
As Chaves:
este sonho é mais antigo - Havia uma cortina de fogo ao fundo onde um casal observava o alugar cheio de pessoas, muito movimentado e barulhento. Era um Imperador e uma Imperatriz vestidos de azul com uma capa de veludo. Eu estava neste lugar e me minha mão estva uma caixa de madeira toda trabalhada. Eu sabia que deveria entregá-la para alguém mas não sabia quem. Me aproximei do Imperador e ele apontou com o dedo polegar para algum lugar mas meu olhar se prendeu em seu dedo que em segundos começou a pegar fogo.

Vários meses depois sonhei - Não havia cenário algum, apenas um vazio e eu encontrava o Daniel. Eu trazia a mesma caixinha de madeira agora aberta. Nela havia uma chave que eu a reconhecia e devolvia para ele pois sabia que não precisaria mais dela.


Hoje sonhei - Eu estava em uma praça de vários níveis com muitas escadas. Eu subia e descia,encontrei a Bia e a Fer (duas grandes amigas) e lembrava que era o dia de meu aniversario. A Bia me dava um envelope de presente, nele estava uma chave e um contrato de aluguel de um apartamento que ela havia alugado para mim como presente e dizia que o apartamento tinha 40 m2. Voltei pela mesma praça e via uma pessoa (que não me agrada muito) então pegava outras escadas para que ele não me visse.

Minha Mão:
Avistei uma paisagem desconhecida, eram umas pedras empilhadas, mar , colinas ao fundo.Nunca a vi de fato. De repente era como se eu estivesse em uma destas colinas e no topo havia um homem de cabelos longos moreno bem magro, de braços abertos contra o vento. Mesmo só vendo da cintura para cima eu sabia que ele estava no topo da montanha se equilibrando com a força do vento. Esta imagem foi se fundindo com a imagem da minha mão escrevendo em um papel com uma pena. Eu reconhecia a minha mão mas não conseguia ler o que eu escrevia.

Eu corria e me via em um deserto. Corria com muito esforço pois minha roupa pesava muito. Eu estava vestida dos pés a cabeça com um tecido muito grosso e pesado. Acordei. Voltei a dormir e estava desta vez em uma loja de roupas com a minha mãe. Ela queria me dar uma roupa de presente e eu experimentava várias e não goastava de nenhuma quando me vi denovo em um espelho de um provador que estava em um banheiro de uma casa que também era uma loja de roupas onde eu pegava umas roupas que estavam penduradas na parede para experimentá-las e desta vez eu as iria comprar mas também não gosatva da maneira como ficavam em meu corpo.


Eu estava em uma casa - já muito conhecida em meus sonhos - e cada vez que eu sonhava por ela descobria mais cômodos. Entrei em um destes o que era meu quarto ainda vazio, iluminado pela janela aberta em um entardecer, sem móveis algum exceto uma cômoda que estava com a primeira gaveta aberta. Me aproximei para ver o que tinha dentro dela e descobri alguns objetos: um pente, um espelho, um ovo, um grampo de cabelo e uma chave. Todos os objetos eram de ouro.


Pérséfone A Sacerdotiza - faz as transições do mundo das trevas à luz . Traz à tona o inconsciente e seus simbolos para a conciência. Do mundo dos sonhos ao real.
Ela me guia à noite.


sonho de ontem:
eu ia de carona com a lygia (professora de gravura da unicamp) e mais um monte de gente (acho que eram mulheres) em um carro. íamos pra uma feira ou algo do tipo. o carro parava em um vasto estacionamento que acompanhava uma colina, e apesar do tamanho era coberto. lá na feira aconteciam muitas coisas. me lembro de uma: havia um aquario redondo, mais alto que largo e nadando dentro do aquario, mais próxima da superfície havia uma tartaruga híbrida. (isso me lembra um programa do discoverychannel onde haviam vermes que possuiam folhas no próprio corpo que se abriam para fabricar alimento a partir da água e do sol) ela tinha no lugar do rabo uma planta com algumas folhas que se mexiam e abriam como leque (como um pavão a cheli disse). em uma das vezes que a tartaruga chegava à superfície e abria as plantas respingava em mim e no livro que eu estava lendo.

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