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Tuesday, February 17, 2004

17 de fevereiro

fico algum tempo conversando com uma garota. ela está de óculos de cabelos lisos soltos, linda, gostosa e com uma blusinha azul-cinzento justa e de jeans.
outra situação, estou no aterro do flamengo.
estou andando pela pista, não pela grama. o asfalto está vazio, não há carros passando.
em um cruzamento, no meio do asfalto, me viro e vejo que atrás de mim, bem perto, havia uma macumba, em um prato grande de cerâmica, com a estátua de uma mulher pequena, acho que era a pomba gira mas não lembro se esse pensamento veio durante o sonho ou depois. há mais algum objeto mas eu não lembro.
me assusto e me afasto. lembro de chutar a macumba ou afastá-la.

continuo andando pela pista do aterro e encontro outra macumba, desta vez é o exu. antes do prato de cerâmica com a imagem há outra vasilha com vários pedaços de carne, como se fossem linguiças, ainda frescas, brilhantes. no meio, misturado a eles vejo que há um pau, como se alguém houvesse sido capado.



depois estou em outra situação: vejo um desenho feito de linhas com volutas e a linha é toda contínua no desenho. na parte de cima vejo dois crânios, outros detalhes, muitos detalhes vão surgindo conforme vou detendo meu olhar sobre o desenho, detalhes e desenhos que não pareciam estar lá antes vão aparecendo conforme eu presto atenção a alguma parte do desenho. no meio do desenho chego a ver uma caravela de navegador português com um brasão e as cores do vasco nas velas.


analisando depois penso que esse sonho fala de algumas atitudes negativas minhas nestes ultimos dias: ciúmes da cheli e raiva da faby e do rafa
nos detalhes do desenho creio que está o livro do osho que eu comprei no rio e que me tem fornecido visões positivas sobre a vida.
16 de fevereiro

chego a uma casa em um subúrbio. a entrada é um portãozinho que leva a um corredor estreito, onde do lado de fora do muro que o acompanha, já é a rua. a rua está vazia.

no fim do corredor chega-se ao primeiro cômodo da casa onde está havendo um velório. há um caixão aberto e um senhor desconhecido deitado, de paletó, morto.

continuando a casa, há outras pessoas, está rolando algo.

depois de um bom tempo e de várias coisas acontecerem o senhor que estava deitado levanta e se junta às pessoas, ele não estava morto, estava só brincando.


Sunday, February 08, 2004

Era um parque e sentado na grama ao lado de uma árvore enorme e linda estava um bebê de mais ou menos um ano que brincava com umas pecinhas de plástico muito coloridas. A luz do dia era linda e eu estava a uns dois metros da criança a observando e sabia que era meu filho.


Era noite e eu estava em uma praça sentada em uma mesa com uns amigos. Desenhava com giz de cera em um papel e dois destes amigos resolviam ir embora. Era um casal, ela entrava em uma barraca de camping e ele dirigia um carrinho de construção que puxava a barraca.

Eu estava deitada na cama e via uma tesoura ao meu lado e o Daniel deitava em cima dela. Eu iria alertá-lo mas acordei e percebi que era apenas um sonho.

Tuesday, February 03, 2004

O mundo estava prestes a acabar novamente:
Era uma casa e eu estava com minha família (minha mãe estava na sala, meu pai em um quarto e meus irmãos andavam de um lado para o outro). Eu preparava comida e via na tv imagens de uma imensa tempestade. Fechei as janelas da casa e ouvia o barulho do vento e da chuva se aproximando cada vez mais alto, mais forte. Tudo começava a escurecer, sons de helicóptero vindo e caindo, ondas gigantes, trovões, vento e chuva, muita chuva. E o mais estranho é que eu estava muito calma, comendo e esperando a tempestade chegar.
Eu via um leao que virava estátua e se transformava em uma estátua de ouro eu me aproximava e abraçava a estátua e então via que eu tinha asas e era uma garça e sentia água em meus pés (patas?)


Eu estava em uma trilha junto com o Daniel e andávamos, andávamos quando apareceu uma cerca de alambrado no meio do caminho. Eu não conseguia subir, nem me mover e pedia ajuda para o Dani. Eu subi e continuamos andando quando tudo virou gelo, sentia muito, muito frio. Nesta noite o Dani me disse que eu falava para ele dormindo- Me ajuda! - Me ajuda a subir! e - Tá muito frio!

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